A ver se nos entendemos de vez, porque uma pessoa não é de ferro.
Um aborto é um assassinato. Estando lá dentro uma pessoa, que se mata, mesmo com atenuantes, é um assassinato.
Um assassinato pode ter atenuantes. Não deixa de ser um assassinato, porque morre um terceiro.
Num aborto morre um terceiro, de pleno direito, inocente, indefeso e de pleno direito enquanto ser humano.
Qualquer pessoa que contradiga isto tem forçosamente de ser, ou um aleivoso, ou um orangotango intelectual.
Espero que estejamos conversados acerca do tópico, e que não se fale mais disto, até porque onde não há pão fica mal debater o creme dos pastéis de nata.
O rasgar de vestes em nome de “opções”, “conforto” e presciência insigne e orbital de que os putativos videntes se permitem arrogar mas recusam, onerando de superstição, a quem crê em Deus, consubstancia aquilo que digo.
Uma pessoa não é de ferro.