quando de lá saímos, já a maré estava bem baixa, e o sol quase tocava no mar. Tempo bom, a convidar esticássemos a tarde, não fossem compromissos previamente acertados a mandarem-nos apressar.

Compromissos para os quais um sobrinho, com engenho e arte, conseguiu um adiamento: uma festa depois do pôr-do-sol na praia, essa sim inadiável.

Por  aquela hora ouviam-se já acordes de violas.

E, sem associação aparente, o lembrar aquela tarde em Stonehenge, em que,de relance só, pois que ia com hora marcada para encontrar pontuais londrinos, eu que pontual gosto de ser também, vi os preparativos para uma festa  assim. Num pôr-do-sol em Agosto assim.

 

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