Autor: liberdadedepensamento (Page 1 of 8)
What Heartland is doing is harmful, because it gets in the way of public consensus and action. Was Gleick right to lie to expose Heartland and maybe stop it from causing further delay to action on climate change? If his lie has good effects overall – if those who take Heartland’s money to push scepticism are dismissed as shills, if donors pull funding after being exposed in the press – then perhaps on balance he did the right thing. It could go the other way too – maybe he’s undermined confidence in climate scientists. It depends on how this plays out.
No Mises Institute foi ontem publicado mais um artigo do “Austríaco” Philipp Bagus onde o autor discute o futuro do euro, mantendo o quadro de referência que construíu no seu livro “A Tragédia do Euro” (a que o Samuel já se referiu aqui), de alguma forma actualizando os cenários que antevê como possíveis para o desenrolar do actual drama. Pareceu-me mais pessimista que então ao considerar agora mais provável um desenlace com um pendor francês em desfavor do alemão, mas o melhor será julgar por vós mesmos, lendo o artigo.
Nota: por considerar que a tradução portuguesa é muito fraquinha, convido a uma leitura do original inglês, disponível em formato digital, de borla, aqui.
«Sofremos a intolerável concorrência de um rival estrangeiro que beneficia, ao que parece, de condições tão superiores às nossas, para a produção de luz, que dela inunda o nosso mercado nacional a um preço fabulosamente baixo; pois, assim que ele surge, a nossa venda cessa, todos os consumidores se lhe dirigem, e um ramo da indústria francesa, cujas ramificações são inumeráveis, é subitamente atingido pela mais completa estagnação. Este rival, que não é senão o sol, faz-nos uma guerra tão encarniçada, que suspeitamos ser incitado pela pérfida Albion (boa diplomacia nos tempos que correm!), tanto mais que tem por essa ilha orgulhosa uma deferência que se dispensa de ter para connosco.
Pedimo-vos pois a gentileza de criardes uma lei que ordene o encerramento de todas as janelas, lucernas, frestas, gelosias, portadas, cortinas, postigos, olhos-de-boi, estores, numa palavra, de todas as aberturas, buracos, fendas e fissuras pelas quais a luz do sol tem o costume de penetrar nas casas, para prejuízo das boas indústrias de que nos orgulhamos de ter dotado o país, que não poderia sem ingratidão abandonar-nos hoje a uma luta tão desigual.»
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Leitura complementar: France Fines Google: Is Atlas Shrugging?

