Deserção é brio. Fome é fartura. Caro é barato. Os ricos são sempre os outros. Uma exibição repugnante de caviarismo.
Autor: ererwer (Page 1 of 125)
perante a nota que a CIG divulgou hoje à comunicacinha social, achando-a branda insto o governo a levar por diante este ordálio ate ao fim. tem de sugerir à administracao da TAP que retire de circulacao todos os avioes actualmente pintados de branco, e que os substitua por uma frota com pelo menos sete cores. de caminho, a estatua de ronaldo é para derreter e no seu lugar colocada a de ux atletx LGBTÇKJDKJSGYSGOD(W/(“#%)&%. e nao sei se nao sera de arrasar as rotundas todas que ja existem, por terem sido construidas num tempo menos moderno que o do instante actual, com sugestoes de revisao a cada dez dias.derrubar já a estatua de eusebio. representa um negro em cor escura, estereotipando assim as pessoas negras, designadamente as que podem identificar-se como brancas. acho que nao devemos descansar ate deitar abaixo a torre de belem, o padrao dos descobrimentos e o mosteiro dos jeronimos, que respectivamente simbolizam a opressao falico-cristã, a emigração forçada e o sexismo onomastico. o governo recomenda que nao se venda batatas desta marca. que se opte pela vodafone. que igualizemos a coisa humana conforme a constixão. que o suor seja puro. post escrito num Huawei P8 Lite só com um dedo. boa tarde.
Um maluquinho no DN encontrou os 0.072% de muçulmanos em Barcelona que supostamente repudiam o atentado. Vai daí sai uma peça intitulada “o problema é o terrorismo e não o Islão”. Ora eu também acho que o problema em 1939 foi a guerra e não o nazismo.
Entretanto, a direcção do Pravda-nas-Laranjeiras opina que o importante é fazermos a nossa vida normal, como o binómio Marcelfie-Monhé a beber café nas Ramblas. Era um guarda-costas e dez snipers para a mesa do canto, oh faxavor, que eu quero ser normal.
Vou caminhar.
Este artigo de hoje é de uma alarvidade colossal, e ilustra bem o plano das esquerdas para um Mundo “justo e livre”, e que vem sendo executado paulatinamente sob o estupor amorfo das massas, massinhas e maçonas.
Salvai o planeta!, que nós viajaremos de avião a toda a parte para melhor vos informar.
Fazei filhos mestiços!, que nós tê-los-emos aos pares, bem alvos e de casta autóctone.
Sede ciganófilos!, mas lá longe enquanto aqui nós laboramos na vossa reeducação.
Derrubai o General Lee!, não toqueis porém em Chávez, um defensor do proletariado descalço.
E, claro, acabai de vez com a fome em Africa – dai às criancinhas biscoitos proteicos de belo travo a grilo e tenébrio; nós vamos só ali dar mostras de pluralismo em doses moderadas de sushi, hamburgers, e postas de cherne.
Começa a ser acrobática a oscilação entre a aleivosia e a estupidez grosseira.
na cabeça evoluida e cheia de omega-3 de leonidio ferreira, os 100% de islamidade verificados nos atentados deste seculo nao devem conduzir-nos a cair na islamofobia. tendo eu conversado no real com esta corpulencia parda, ouso supor que assenta a sua tese na ideia de terem sido pessoas em nome do islao, e nao o islao arquetipal em si, a matar; um pouco da mesma forma que foram pessoas em nome do comunismo, do nazismo e de pazuzu quem perpetrou chacinas sem conta no seculo passado, e nao aquelas construcoes ideologicas nem uma postulada totalidade dos seus seguidores. nao é preciso ser biologo para perceber que o leonidio, tal como o quadros, o markl, a cancia e restantes autistas profissionais, podem ser muita coisa mas certo é, como qualquer não-negacionista do darwinismo pode apurar, que sao produtos de uma especiação diferente da minha e da de gente que seja sadia do encéfalo. a falacia que corre por estas redes fora continua a ser comentá-los e àquilo que escrevem como se de humanos se tratasse, quando seria suficiente comparar, com a devida paralaxe, a qualidade e o teor do séquito que os acolita para concluir pela gargalhada. desculpem la a falta de acentos mas estou de luto, a escrever sem tempo e sentado num wc.
A aldeia de Gardete riscada do mapa. A Guarda a acorrer na evacuação desesperada. Bombeiros sem comida.
A esta hora deputados enfardam faisão.
Contribuintes contribuem, distribuintes distribuem; o abismo é infindo.
Entretanto chegou o fogo aos turistas, em Albufeira. Não há ambulâncias. A ministra da Morte desapareceu.
Penso nas pessoas que vinham ao meu mural, irritadas com a minha insatisfação perante a falência da nação, mandar-me para a Somália onde não há Estado.
Pois bem, estou num sítio pior onde há um Estado que mata.

a brincar, a brincar, há um problema que se espalha de forma silenciosa e que promete ser mais gravoso, destrutivo até, do que esta sucessão de horrores que temos testemunhado de há trinta e oito dias a esta parte.
dia a dia, mês a mês, euro a euro, a geringonça vai minando o poder administrativo – finanças, conservatórias, tribunais, tudo onde se decida ou empate – com apaniguados prontos a servir de fiscais, delatores e porque não mesmo executores da ideologia vigente.
ora este efeito propaga-se em cascata, empossando sevandijas sequiosos de mandar, desde a cúpula senatorial até ao mais bairrista dos caciques de condomínio.
cedo virá o dia em que toda a gente dissonante viverá com o temor de ser, da noite para o dia, embrulhada em processos, acusações, purgas. vide o caso do professor pedro arroja.
a tal situação corresponderá um potencial, inédito em Portugal, para a guerra civil.
A Nação conta hoje com mais um Partido. Parabéns ao Pb.
