
- Fez parte de um governo do passado que levou Portugal à bancarrota e à intervenção da Troika?
- Foi Ministro das Infraestruturas envolvido em escândalos com a TAP?
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- Concordou com a compra de ações da CTT que em nada beneficiou a empresa ou o país?
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- Procedeu à indemnização por “Whatsapp” de gestora no valor de 500 mil euros?
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- Afirma ter deixado obra feita na CP que é um “orgulho nacional”?
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- Encenou uma demissão para “inglês ver” para se lançar à liderança do seu partido?
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- Foi discípulo de um primeiro-ministro constituído arguido por corrupção?

- É político que repete sempre o verbo “fazer”?
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- Sabe o que funciona e não funciona no país?
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- Fez parte da governação nos últimos oito que levou os portugueses à miséria económica e social?
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- Prometeu um novo aeroporto à revelia do primeiro-ministro?
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- Esteve associado a greves de motoristas que deixaram os condutores com graves problemas no abastecimento de combustíveis?
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- Esteve tempo suficiente no governo para deixar obra, mas não há nada que se veja?
- Tem um pai cujas empresas fizeram negócio com o Estado no valor de 1,16 milhões de euros?
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- Pensa que reúne os atributos de um bom lider, mas não passa de um fanfarrão?
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- Afirma que a justiça funciona em Portugal, mas não sabe ao certo o que funciona?
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- Irá no dia 11 de março resistir até o limite à possibilidade democrática de haver um entendimento à direita para governar legitimamente o país?
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E procurando bem não faltará assunto para acrescentar à lista.
Devia ser obrigatório que a opção pela abstenção figurasse no boletim , e ter a legitima condição de voto validamente expresso.
Considerar como abstenção todos os eleitores ausentes nas urnas não passa de uma habilidade insustentável.
Isto porque haverá centenas de razões para as ausências, como doença impossibilidades várias ou simples desprezo.
Para todos os efeitos morais, cívicos e pura transparência a verdadeira abstenção só pode ser exercida presencialmente.
Virá a propósito referir que na AR os deputados para se abster tem que estar presente.
Temos uma democracia coxa em que um cidadão para o ser de corpo inteiro tem que ser associado de um partido politico.
Além disso não pode deixar de ser condenável que as cupular partidárias façam uma pré-seleção colocando os seus em lugares elegíveis.
Uma hipótese de solução seria os partidos concorrerem apresentado os nomes que propõem, e o eleitor escolheria o nome em quem votar, sem prejuízo de ser considerado um voto no respetivo partido.