
“Por razões óbvias gostaria que esta casa sobrevivesse, de modo a que a o nome do escritor não baptize uma pocilga suburbana no centro de Lisboa.”
Já ninguém se lembra deste post, um entre centenas sobre o mesmo tema da desgraça da nossa cidade. Vem aí coisa nova, rutilante de mediocridade, liquidando um dos escassos exemplos do período da modesta Arte Nova lisboeta.
Adeus.

não sobra nada no novo ‘chão salgado’