
Não vejo as manas Mortágua ou a metediça Catarina Martins no protesto dos imigrantes em frente ao Parlamento. No seu lugar o Bloco de Esquerda mandou um piquete protestar a eleição de Israel no Festival Eurovisão da Canção – foi uma investida que não colheu frutos. O Partido Socialista e o Partido Comunista Português não mexeram um dedo para manifestar a sua oposição ao comportamento faccioso e tendencioso dos seus camaradas de governo – ou seja, deram o seu aval demagógico, mas não a cara. Os “palestinianos” que se encontram em frente à Assembleia da República não votam nem elegem governos de recurso, por isso são uma divisa de fraco interesse. Eu sei que hoje é um dia particularmente sensível com a comemoração dos 70 anos do Estado de Israel a coincidir com a inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém. Portugal não se associa ao evento, mas terá de decidir se envia uma Dina ou um Salvador da pátria ao certame da Eurovisão que aí se realizará na edição do ano que vem. São escolhas difíceis aquelas que Portugal está obrigado a tomar na ausência de direitos e garantias herdados do passado. O mundo está a mudar. O Médio-Oriente é a ferida aberta onde a dor da revolução de paradigma mais se fará sentir, mas não confundamos as causas com o rancor ideológico de que se alimentam certos actores de baixa estatura.
foto: John Wolf
tinha 17 anos. terminava o liceu. os ‘júlios’ do Bairro Alto conduziam as ‘mulas’ até Alcântara para ‘satisfazer’ os apetites do marinheiros ‘cámones’.
mataram o Conde Bernardotte
morrem se miséria e ódio.
não aprecio os ‘fabricantes’ de ‘olha o casto’, mas têm direito a existir
uma europa com mal murcho nos tomateiros receia um Trump que se arrica a pisar os próprios tomates.
por cá na etar social-fascista de antónio das mortes entra água limpa e sai merda fedorenta.
os companheiros de sócrates no governo vão governar até ao fim da vida
faleceu mais um AMIGO, desta vez o Raul, ‘anti-comunista universitário’ a quem roubaram os ‘bens ao luar’