
Já havia tido a ocasião de testemunhar a ortodoxia preconceituosa e irascível de Fernando Rosas há um bom par de anos na apresentação de uma obra escrita a quatro mãos, por si e pelo Prof. Mendo Castro Henriques (sim, despromovi o Rosas – não é professor, é sargento-môr) – “1910 a duas vozes” – na Livraria Buchholz em 2010 (estou ali de blazer claro, e já careca…). Sem o mínimo de fair-play intelectual e sem denotar vestígios de democraticidade e tolerância, Fernando Rosas arrasou a historiografia monárquica apresentada por Mendo Castro Henriques, insultando o co-autor do livro e humilhando o público vindo em paz. Penso que as palavras exactas foram: “recuso debater o que quer que seja para além da República”. Portanto, o que agora sucede no que toca à homossexualidade de Adolfo Mesquita Nunes e as palavras proferidas, assenta que nem luvas ao carácter de alguém que não se inibe na demonstração do seu nível ético. Resta saber se a Comissão para a Igualdade de Género actuará juridicamente à luz de afirmações atentatórias à liberdade de orientação sexual, aliás consagrada na Constituição da República Portuguesa. Mas nem precisamos de ir por aí. Trata-se de algo diverso. Rosas já não tem força na verga intelectual para se digladiar com o avantajado Adolfo Mesquita Nunes. O Fernando Rosas tem-nos pendurados. E não falo de suspensórios.
A ver ´também , no gremlin literário blogspot
O macho ibérico (moderno) (http://gremlin-literario.blogs.sapo.pt/o-macho-iberico-moderno-375688),
‘milagre do rosas’, o pudim gelatinoso social-fascista.
esta ‘rosa do adro’ anda muito murcha.
os paneleiros do ‘cu arrebentado’ andam sempre a angariar clientela. na minha loja alojou-se um tão delicado que dizia ‘desculpem estar de costas’.
até bordou o avental a ‘ponto de cus’