
São desculpas esfarradas deste calibre que instigam tendências agressivas no utente. O ministro da Segurança Social serve-se de actos de Deus para justificar o aumento da idade da reforma – 66 anos e cinco meses (lá para 2019). Afirma o estatístico “que a idade da reforma será alterada devido ao impacto do aumento da esperança de vida relativamente à sustentabilidade na sociedade.” Por outras palavras, o culpado é o Adalberto. O ministro da Saúde anda a espalhar bem-estar e vitalidade por tudo quanto é sítio, e depois o resultado é este – (sobre)vive-se mais tempo. Deixemos então estas tretas de lado e passemos aos factos justificativos. O Estado precisa (como o cu precisa das calças) de mais receitas para financiar a ficção administrativa dos dinheiros públicos. No entanto, para enganar os feirantes, na outra face da moeda, celebra o aumento de pensões, como se este fosse um prémio de consolação. O aumento de pensões (do presente) perde a sua validade escassos meses depois, porque existe algo chamado inflação. Daí a necessidade da erecção da idade da reforma que por este andar chegará aos 69. Podem usar os preservativos que quiserem para proteger a geringonça de doenças políticas infecciosas, mas existem sempre corrimentos que se derramam e derrubam as contas. Quando a idade da reforma chegar aos 69, poderão sempre justificar tal decisão com o avanço dos métodos reprodutivos.
há 2 dias fui ao Belmiro fazer as compras da semana.
compro sempre o mesmo com pequenas variações dos produtos. no amo passado os custos aumentaram 10%.
este vai nos 20% em relação a 2015.
a qualidade dos serviços prestados pelo desgorveno social-fascista do pm (pançudo mentiroso): a saúde está de rastos (a passarem as receitas parecem um macaco a tocar piano); na justiça, onde a ‘coisa tá preta’ é ‘o da joana’, sem ofensa; a segurança social está zarolha; no MAI o micro é meu. o panças é um obnóxio.
tudo sob o olhar complacente (tipo himen) do ‘entertainer’