Um maluquinho no DN encontrou os 0.072% de muçulmanos em Barcelona que supostamente repudiam o atentado. Vai daí sai uma peça intitulada “o problema é o terrorismo e não o Islão”. Ora eu também acho que o problema em 1939 foi a guerra e não o nazismo.
Entretanto, a direcção do Pravda-nas-Laranjeiras opina que o importante é fazermos a nossa vida normal, como o binómio Marcelfie-Monhé a beber café nas Ramblas. Era um guarda-costas e dez snipers para a mesa do canto, oh faxavor, que eu quero ser normal.
Vou caminhar.
Numa cultura religiosa em que a mulher mal pode sair de casa, os valentes machos islâsmicos de Barcelona ficaram escondidos em casa e mandaram as pobres das galinhas, perdão, mulheres, fazer uma demonstração tipo esganiçadas. Que o “Islão é Paz”,bal, bal bla. …
O problema é que os catalões não são parvos.
Uma cultura religiosa que elege como pacífista-mor um lider religioso, Imam, condenado por tráfego de droga que se entretem a colecionar 120 botijas de gaz numa só vivenda e a lavar a cabeça de uma grupo de jovens pacifistas, é um cenário que não é fácil apelidar -com o habitual gesto omnisciente e majestático- de um “lobo solitário” que apanhou Sol a mais.
Afinal o problema é o terrorismo. Não é o sempre pacífico Islão.
Bom artigo aqui http://infoblogger.es/2017/06/04/la-izqu ierda-y-el-islam/ a desmascarar a cumplicidade do neomarxismo/esquerda radical/esquerda “moderada” com o islamismo.