ferro rodrigues, símbolo ambulante do miasma criado por quarenta anos de anomia socialista, e que devia estar preso, está de passeio no Tartaristão. ferro voa e come; ha bombeiros sem botas.
antonio costa, vulto maior da cupidez nacional, agita o corpanzil vergonhoso enquanto pulula de uma patuscada, sorriso reptiliano fixo no semblante nojento como se estivesse a dançar, para o cenário da evitável tragédia. costa ri e engorda; há bombeiros sem aparelhos respiratórios.
marcelo rebelo de sousa, o aruspice da futilidade aldeã, abraça um dos incontáveis funcionários que sugam do erário quanto houver e quanto se possa pedir emprestado. marcelo veste bem e tem muitos livros. há bombeiros que trabalham por uma refeição.
e o portugalinho, tao lesto a nacionalizar vitorias individuais de cantores, atletas e arquitectos, encolhe-se na usual cobardia sindicalista quando, uma vez na vida, algo é realmente de partilhar por todos: a responsabilidade pela morte de cem pessoas. outra vez. e outra. e ainda outra. tão criminoso é o político incompetente como o eleitor que vende a vida do seu compatriota por uma sardinha no pão.
dos Santos, excelente conclusão: quem coloca gente reles por meio do voto é igualmemte reles.