
Há actos que tudo dizem sem o proferir de uma só palavra.
Hoje, na Austrália, foi pedido um minuto de silêncio em memória das vítimas da acção terrorista há pouco ocorrida em Londres. Enquanto o público e a selecção australiana de futebol cumpriam o solicitado, os sauditas olimpicamente desprezaram a sugestão e da forma mais ostensiva passearam pelo relvado, como se não tivessem entendido. Afinal entenderam e explicaram-se com um desinteressado …”isso não faz parte da nossa cultura“. Sabemos que não e também temos a certeza de ser a nossa civilização algo muito confortavelmente incómoda e por isso mesmo não podemos nem queremos ceder. Nem nisto, nem num oceano de outras coisas.
Note-se que para nossa vergonha e humilhação, a Arábia Saudita é por interpostas alianças, nosso comparsa internacional.
É mesmo a assunção do orgulho pelo crime, um escarro lançado à nossa cara. Se algum dos politicamente correctos que por aí pululam em delíquios de aprazado colaboracionismo ainda duvidam do mal, aí está ele.
A Arábia Saudita é o Reino do Mal:
http://historiamaximus.blogspot.pt/2017/0 5/a-visita-de-trump-ao-reino-da-arabia.h tml
Se os autralianos os tivessem, acabavam logo com a transmissão via TV — para a austrália e resto do planeta