Sobre o populismo

Do que tenho lido por aí sobre o populismo, Donald Trump e os tempos em que vivemos, este é, sem dúvida, o melhor, mais claro e mais recomendável artigo.

3 Comments

  1. pvnam

    É preciso dizer não aos psicopatas globalistas (nota: eles ainda controlam os media) que PRETENDEM IMPLEMENTAR NOVOS TABUS NA CIVILIZAÇÃO.
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    -» Quando se falava em fronteiras/Identidade os psicopatas globalistas – pretendem implementar novos tabus na civilização – vociferavam “fascistas, nazis, etc” até silenciarem as vozes desalinhadas.
    DONALD TRUMP SALVOU A LIBERDADE DE EXPRESSÃO: ele enfrentou os psicopatas globalistas (controlam os media)… e… passou a ser possível falar em fronteiras/Identidade com naturalidade.
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    É preciso dizer não aos psicopatas globalistas, isto é, ou seja, não se pode deixar de reivindicar o LEGÍTIMO Direito à sobrevivência de Identidades Autóctones: Separatismo-50-50.
    Leia-se:
    – Todos Diferentes, Todos Iguais… isto é, ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
    [nota: Inclusive as de rendimento demográfico mais baixo… Inclusive as economicamente menos rentáveis…]
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    Não há que ter pena dos povos que vão DESAPARECER por não existir uma minoria, sequer, a interessar-se pela sobrevivência da sua Identidade.
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    Explicando melhor:
    – Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade… tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros, isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros (nota: nazismo não é o ser ‘alto e louro’, bla bla bla,… mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!); dito de outra maneira: os ‘globalization-lovers’, UE-lovers e afins, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.
    —» ver blog http://separatismo–50–50.blogspot.com/.
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    Anexo:
    É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL
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    Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC… manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta… tais manifestações teriam um impacto global muito forte.

  2. PiErre

    Só Copy / Past.  Ideias próprias não há.

  3. JS

    Muito bom. Obg pelo “link”.
    “…Yes, the story of the election is a popular surge, but it is less a rush to Trump than a stampede away from Democrats. Trump performed impressively in attracting 2 million more voters than the 61 million the Republican standard-bearer Mitt Romney had in 2012. But Democrats have now hemorrhaged over 4 million voters since Obama’s high-water mark of nearly 70 million in 2008. In that same eight-year time frame, the U.S. population has grown by about 18 million….”

    Este parágrafo, estes números, são especialmente significativos.
    Ganhar eleitores ( + 2 milhões em 61), e perder eleitores (- 4 milhões em 70).
    Mas, tal como cá, afinal qual é a (sagrada) relação entre o número de votos e a vitória eleitoral? .
    Lembremo-nos que o sistema eleitoral português nas legislativas é, na sua primeira fase, na eleição de indirecta de lugares para deputados, um sistema tipo “colégio eleitoral”,  via método de atribuição de lugares não linear….
    Curiosamente sistema esse tão acriticamente criticado, por cá, quando se fala na “vitória numérica” de H.Clinton ….

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