A Galp deve pertencer à oposição. Montaram o esquema com muita inteligência. Caíram que nem patos bravos. A armadilha do jogo da bola funcionou na perfeição. Agora é aproveitar a cultura de desculpas esfarrapadas herdada de Sócrates – o mestre dos alibis. E Mário Centeno é igual a si – diz ao Observador que “não é relevante nesta circunstância” responder à pergunta se teve conhecimento da viagem paga ao secretário de Estado. A pergunta que deve ser colocada é a seguinte: será que o desfecho do Euro 2016 teria sido diferente se a claque dos Assuntos Fiscais não estivesse presente na final de Paris? O secretário de Estado não é nada criativo. Se eu fosse o homem teria declarado que se fez ao relvado para controlar se os prémios de jogo estavam a cumprir todos os preceitos fiscais. Deveria ter-se armado em fiscal de linha. A Galp também patrocinou o churrasco de viaturas?
Galp Rocks
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em castelhano o centeio chama-se centeno
habitualmente aparece inquinado com um fungo altamente ‘tóchico’
responsável por alucinações e gangrenas
O extraordinário é “cada cavadela, sua minhoca”. Uns alarves, umas bestas quadradas, uns animais. Ameaçam sem entenderem que se estão a enterrar. Eperemos que alguém os enterre de vez, antes de puderem fugir.
Galp (4 ) – Governo (-3)