
Os presos ja nao vao coagidos sob pressao sociocultural, como se tivessem sido presos por suspeita ou mesmo flagrante pratica de algum delito menor, como esfaquear vinte agentes da policia com um cutelo rombo de talhante cigano, e assim portugal, soviete menor da uniao maior, galga mais um penhasco para longe dos tempos d’antanho quando as pessoas eram torturadas com a responsabilidade dos crimes que cometiam.
Aguardo candidamente pelo dia em que algum exemplar unico, digamos Márcio o Coiote Púrpura, detido enquanto retalhava a mulher às postas com uma borracha Pelikan, irá presente a juizo no seu garbo normal de chinelos, calcoes, tshirt de alças e trinta laminas enfiadas nos boxers.
O tribunal fica como um quadro de pollock, mas Márcio terá dignidade.
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