
E na Suíça, país conhecido pelo rigor com que persegue perigosos disruptores da paz pública culpados de puxarem o autoclismo depois das 19:00, agora os alunos estão dispensados de apertar a mão em cumprimento às suas professoras.
A ver se percebo. Os anormais dos islamistas, parados no tempo em que o profeta camelava de aldeia em aldeia à procura de virgens para deflorar, deixam a sua querida e estéril duna para trás, em busca do sonho; ao serem prontamente acolhidos na terra onírica e prometida (onde é que eu já ouvi isto?) lestamente se encarregam, por força do medo e reproduzindo-se como láparos, de alterar os costumes, as normas e até as leis das nações que os acolhem – isto é, são por definição xenófobos.
Do outro lado do espelho, Fritz e François, alquebrantados pela culpa do que o tetravô comum de ambos, Jean-Volker von Spatz-Michon, fez quando era lavrador na Zâmbia, abrem as pernas e para não serem xenófobos ou fobóxenos, escancaram o esfíncter social.
Está bem.
A Europa está possuída pela loucura!
Isto não vai acabar bem, porque simplesmente não pode acabar bem…