No 15° aniversario da queda em Entre-os-Rios, ha quatro pontos a assinalar:
– a luta de classes está viva; existem os enrabados (com NIF), os enrabadores (que atribuem o NIF) e um miasma intocavel composto de jornalistas, comentadores, apaniguados, e demais sabujos que se onanizam enquantos os primeiros levam dos segundos
– as familias nao viram um chavo, ninguem foi responsabilizado, e o cumulativo da consequencia nao faz maior estrago que os vagidos de uma vaca a parir. se quinze anos de apatia e mendiguismo submisso nao definem um povo, nao sei que mais o fara
– algo correu muito mal entre a debandada por alturas da Peste Negra e o rescaldo do PREC, tanto que a Natureza gorou todas as tentativas de devolver os instintos mais basicos (e a fixacao de calcio nas vertebras) aos grunhitos de ca
– sonho acordado com Antonio Costa e todos os dominós piramidais com ele conexos, pisoteados pela realidade, ate ficarem irreconheciveis e o Estado ser obrigado a lançar concursos publicos para medicos legistas.
E agora vou beber um trago.
Declaracao de interesses: sou amigo de Henrique Raposo, faço screenshots frequentes aos posts publicos de Fernanda Cancio e nunca conheci um academico capaz de explicar esta merda de país, como o define muito bem Pedro Boucherie.
Depois da queda da ponte em Entre-os-Rios, conseguiram 250 mil € em donativos. Desses, 120 mil € (cerca de metade) foram desviados e desapareceram por particulares e instituições!