Mês: Março 2016 (Page 1 of 3)

À atenção do director do Palácio da Ajuda, José Alberto Ribeiro

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No próximo dia 5 de Abril, vai a leilão na Sotheby’s de Hong Kong, uma histórica jóia que pertenceu à Rainha Dª Amélia. O valor estimado é de c. 1,098,240 – 1,387,250€, um preço acessível para um Estado que terá recebido mais de seis milhões de Euro de indemnização pelo roubo holandês das jóias da coroa. Uma parte desse montante foi há uns tempos gasto num pequeno quadro de Tiepolo. Urge uma decidida pressão por parte do muito diligente e competente director do Palácio da Ajuda. 

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 A Rainha D. Amélia ostentando esta jóia (anos 90 do século XIX)

Quanto ao Ministério da Cultura, não se trata de uma renovação da frota automóvel, não se trata de uma adjudicação directa, nem de compra de “imprescindíveis artigos” destinados às sumidades departamentais. Falem menos e ajam mais. 

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Em linha recta

Vargas Llosa, em ‘A civilização do espectáculo’, diz que Tolstoi, Joyce e Faulkner escreviam livros que pretendiam derrotar a morte, que sobrevivessem a eles próprios, ao passo que as telenovelas brasileiras, os filmes de Hollywood ou os espectáculos da Shakira não pretendem durar mais que o tempo da sua apresentação. Desaparecem, dão lugar a outros produtos de enorme sucesso e efemeridade. Para Llosa, hoje a cultura é diversão, e o que não é divertido não é cultura. Mas, décadas antes, já T. S. Eliot nos falava dos ‘homens ocos’ (“We are the hollow men / We are the stuffed men / Leaning together / Headpiece filled with straw”), na sequência da sua ‘Canção de Amor de J. Alfred Prufrock’, em que um mundo de homens sem personalidade e sem pujança se rendia ao niilismo, abandonava a vida interior e se refugiava no conforto da estética, da aparência e da mansidão ideológica. Eliot escreveu entre guerras mundiais, entre ameaças de comunismo e de nazismo e de aristocracias moribundas. Llosa escreve no tempo das redes sociais, entre ameaças de novos extremismos e de conflitos entre civilizações.

Trazer o contexto de Eliot para um texto que pretendia abordar a perspectiva de Llosa é evitar o saudosismo. Não, não era antigamente que era bom. Mas é nos tempos em que o homem tem medo do tédio, da história, da fé, da morte e do imperfeito que nos devemos preocupar. Para Llosa, a cultura é uma espécie de consciência que impede o voltar de costas à realidade, que hoje funciona como mero fenómeno de distracção e entretenimento. Partindo do pressuposto de que o homem tem uma tendência natural para se divertir, para ocupar o seu tempo, o que Llosa critica é a transformação desta tendência num bem supremo da civilização.

Esta cultura de entretenimento estabeleceu o critério do preço em detrimento do valor, do comercial em detrimento do simbólico. Transformou-nos em turistas perfeitos, potenciados pelas redes sociais. Entretemo-nos. Filmamos e fotografamos para partilhar, para que vejam que nós vimos. O tecto da Capela Sistina tem o valor de um parque de diversões porque o preço é semelhante. É entretenimento. E sorrimos para as fotografias, já não porque a fotografia é uma raridade, mas porque os outros nos vão ver nas fotografias. E o turista perfeito sorri. Está aparentemente feliz.

Enquanto esta civilização niilista, cínica, gerada na ressaca de um conflito mundial, se entretém, vai-se deparando também com novas realidades, com novas ameaças de conflitos. E vai lendo os tabloides, na esperança de que algo mais a entretenha. Um atentado, um suicídio, um escândalo de corrupção. Talvez Foucault tivesse razão quando dizia que as civilizações sempre foram movidas, umas vezes mais e outras menos, por uma pulsão de morte e de sangue. Talvez. Hoje, que somos nós as vítimas dessa pulsão, vinda de outros, estamos só a entreter-nos. A tirar auto-retratos enquanto as paredes da nossa vida e do nosso mundo vão criando fissuras. Sem saber o que fazer. Mas aparentemente felizes. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada / Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”, como no ‘Poema em linha recta’ de Fernando Pessoa. Julgo que é isto. Não, antigamente não era bom. Mas futuramente pode ser pior.

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Murder, Hysteria, Genosuicide and the black-holed Prime Minister of Portugal

I spent several hours last night wondering about whether to write yet another post on the four pillars that mark my compass – the suicidal demise of Western society; amplified functional illiteracy at work through the internet like, very literally, a virus (in the sense that Neal Stephenson in his novel “Snow Crash”, and Laurie Anderson in the same-titled song, have described it) that cripples any possible recovery; regressive leftism as the driving engine of the first two; and why I will always prefer Batman to Superman, in his grimmest, darkest, more brutal and primeval aspects.

Then, like any good lab rat, I set out to update my samples. And, upon finding a spike on the graph, decided to abstain from further comment. The moment was a sort of butterfly-effect driven epiphany for me. The portuguese prime-minister, a corrupt and flabby-necked windbag whose vacuity can only rival that of his electorate, claimed (criticizing his predecessor, who is also a socialist, but of a different sect) that schoolchildren have been, and I quote, “forced to take tests on their final terms only to serve an agenda of selective racial purification”.

Upon reading this, and coupled with the slaughterhouse-like hubbub raised among feminists, liberal overeducated nerds, and every other life form on the hyena taxonomy branch following Trump’s remarks on abortion, I just poured a shot of bourbon, gulped it down, and went to bed where I lay reading Stephen Baxter’s “Iron winter” until sleep overcame my senses.

The only thing on my mind was this post from a month ago:

http://www.safehaven.com/article/40540/no-way-out

Stay safe out there.

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Esganiçados da União Europeia

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Passei uns dias em Madrid. Três noites bastaram para arejar a cabeça e ganhar distância em relação à pequena política de esganiçadas ofendidas ou feriados reconquistados pelos campeões socialistas. Há mais vida (e morte) para além do sórdido local. Karl Marx escreveu o seu Manifesto Comunista em Bruxelas e podemos afirmar, sem reservas, que foi um sucesso notável. A capital belga é um emaranhado de 19 bairros administrativos, uma torre de Breugel de burocracias e gastos despropositados. Mas dizem salvar o orgulho “nacional” por via da intransigência dos idiomas, do flamengo ao francês, passando pelas casas políticas dos socialistas valões, os democratas-cristãos ou os nacionalistas do norte. Contudo, a manta de retalhos de Bruxelas não fica entre portas. A sua vocação disfuncional confunde-se com a da própria União Europeia. Porém, não se sabe ao certo qual o sentido da contaminação. Se os comissários europeus se inspiraram nas virtudes nativas ou se Bruxelas impôs a sua cultura letárgica às instituições comunitárias. O tema de constructivismo político permite as mais variadas interpretações. Podemos, no entanto, concluir, que não seremos os únicos observadores das brechas da alegada construção unionista. Os jihadistas sabem muito bem onde fraqueja a ambição europeia, e Molenbeek, tratado pelos media como um gueto, não é um banlieu à distância de duas horas. Da rue Dansaert (Av. Liberdade dos Gucci e Armani lá do sítio) ao coração das comunidades muçulmanas marroquinas é um tiro – quinze minutos chegam. Pelos vistos a paz e prosperidade de Robert Schuman e Jean Monnet não bastaram. Cometeram-se erros crassos de leitura histórica. A França e a Bélgica (e muito pouco da Alemanha) foram impérios coloniais e não terem pensado o conceito de construção da Europa sem levar em conta o seu legado implica algum teor de responsabilização. Portugal, também grandiosamente imperial, fez um trabalho mais interessante. Os angolanos, os cabo-verdianos ou os moçambicanos, são “portugueses” no modo equivalente com que estabelecem relações cordiais com os seus “anfitriões”. Nessa medida, Portugal deve ser considerado um caso de sucesso. A língua é a mesma, e as gentes entendem-se. Na Bélgica, os flamengos não sabem ou recusam falar francês, e ainda têm de levar com aqueles que falam alemão na região de Liége. A monarquia, a suposta cola de contacto das divergências, também não serve de grande coisa. Em suma, a grande questão de integração, que aflige os espíritos iluminados de uma esquerda baudelairiana, deve ser encarada de um modo frontal, mas dirá mais respeito aos da casa do que àqueles de proveniência excêntrica. Os estrategas do Estado Islâmico são porventura muito mais inteligentes do que os eurocratas ou qualquer eurodeputada que se chame Marisa Matias. Conseguiram arrestar a entrada de políticos na capital belga. Simplesmente fecharam o aeroporto de Zaventem, enquanto pacifistas europeístas descartam informação importante fornecida pelos serviços de inteligência turcos. Portugal, com Marrocos aqui tão perto, está obrigado a acautelar-se. Não sei qual o grau de superficialidade dos jornalistas da praça portuguesa, mas parecem omitir a taxa de radicalização dos marroquinos no bairro de Molenbeek, que é, como sabemos, das mais altas. No meu regresso via Barajas em Madrid, confirmei os meus piores receios. A Europa parece estar à espera que a próxima aconteça. Existe luz ao fim do túnel. Mas não é essa.

Comprovado conluio entre ISIS e Turquia

 

Este  é um documentário bastante elucidativo da RT que põe a nú a “verdade oficial” de Ancara e demonstra a “economia negra” que existe entre os terroristas islamitas e a Turquia. A entrada desta última na União Europeia seria, pois, a oficialização da entrada da raposa no galinheiro e lança seriíssimas dúvidas sobre a colaboração financeira da UE com os turcos.

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Tanto para tão pouco

O problema dos consensos, em Durkheim, apontava a necessidade de crenças comuns por parte da sociedade ocidental, numa fase em que se acreditava que a religião já não seria capaz de as proporcionar. Os construtores do projecto federal europeu acreditaram, muito mais tarde, que essa crença comum seria o caminho de paz e de prosperidade que Maastricht prometia. A cidadania europeia daria corpo a essa crença comum. A verdade é que essa construção falhou desde sempre, na medida em que a cidadania europeia, enquanto conceito colectivo e mecanismo de construção de um povo uno, falhou. Os povos recusaram sempre alcançar uma crença comum maior do que a liberdade mínima de circulação de pessoas, bens e capitais. Recusou a Dinamarca, por referendo. Recusaram os britânicos, umas vezes mais, outras menos. De uma forma ou de outra, os eleitorados da Grécia, da Alemanha, da Hungria, de França, de Espanha também a vão recusando. A própria União Europeia esforçou-se por fomentar este cepticismo, nomeando Governos ilegítimos em Itália ou no Chipre. Falharam todos. O que finalmente uniu os europeus em torno de um projecto comum foi o terrorismo islâmico. O terrorismo que foi existindo na Europa ao longo do século XX não foi um terrorismo contra europeus. Foram vários tipos de terrorismo, fenómenos de análise individualizada, na Irlanda, em Espanha, em Itália. Este novo terrorismo, que é praticado contra um modo de vida, contra uma cultura, é que nos veio unir. Porque o medo, que é real, será sempre mais forte que quaisquer utopias. O problema agora é que parece não haver ninguém que nos socorra.

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O Islão não é uma religião de paz

A repetição ad nauseam de que o “Islão é uma religião de paz” não torna esta patetice numa verdade. Na realidade, nem o Islão nem o Cristianismo são pacifistas, pois estão no seu cerne as ideias de conversão, submissão e aniquilação do Outro, o que implica e implicou sempre violência, quer psicológica, quer física. Claro que para o Cristianismo o tempo das Cruzadas já lá vai e o confronto entre catolicismo e protestantismo já não tem os contornos de outrora, além de que as seitas fundamentalistas são residuais, mas para o Islão a violência continua a ser um instrumento primordial. Independentemente da crença em Deus, a religião está sujeita aos desejos e ímpetos humanos e historicamente talvez apenas o número de mortes causadas pelos totalitarismos do século XX supere o número de mortes em nome da religião.

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E agora?

Estamos em guerra. É isto, não é? Estamos em guerra e ela está a travar-se cá dentro. Nos aeroportos, nos centros comerciais, nas salas de espectáculos. E dizem-nos que não podemos ter medo. Aqueles que nos prometeram paz e prosperidade para todo o sempre, que se fiaram no fim da história, pedem-nos que não tenhamos medo. É isto, não é? Dizem-nos que temos de nos habituar, que isto vai ser sempre assim, que atentados terroristas, a partir de agora, podem sempre acontecer em qualquer altura. E pedem-nos coragem. Aqueles que recusaram o choque de civilizações, que confundiram tolerância com relativismo e multiculturalismo com passividade, agora pedem-nos coragem. Pedem-nos que continuemos a viver o nosso quotidiano da mesma maneira. E nós continuamos. Encurralados em prédios sem conhecer a vizinhança. Fechados em centros comerciais, a cismar em frente às montras. Sem que pertençamos a alguma coisa. Sempre cínicos, sempre disponíveis para rir do amor dos outros, sempre a brincar com a fé dos outros. Sem crença no País e no Estado. Encurralados nos subúrbios que não são de ninguém ou nos centros onde cada um é também só de si próprio. E a assistir a uma vaga cada vez maior de gente adolescente e pós-adolescente que quer mais do que isto e que encontra mais do que isto em células terroristas, numa religião, no diabo a quatro. Com a complacência das comunidades. E pedem-nos que continuemos a assistir a isto sem medo, firmes, orgulhosos do marasmo, da falta de moral, da incapacidade de distinguir o bem do mal. Pedem-nos que nos habituemos. Porque isto vai ser sempre assim. Mas nós temos medo. Temos medo, estão a ouvir? E viramo-nos para que lado? Para quem nos pede que nos habituemos? Há quem peça aos Estados. Mas os Estados são instituições de solidariedade social, são reservas de dinheiro. E esse dinheiro já nem existe. Os Estados não têm exércitos. Mal têm polícias. E os polícias que têm, mal conseguem encher os depósitos dos carros. E os Estados decidem o quê? E como? E quando? Decidem todos juntos, sobre alguma coisa, quando não se conseguem entender sobre coisa nenhuma. Os Estados, todos juntos, dizem-nos que o mal está lá fora. Mas nós sentimos o mal cá dentro. É isto, não é? E pedem-nos coragem. Pedem-nos que continuemos a confiar e a levar a nossa vida tranquila e sem grandes crenças. Querem que continuemos a ser cínicos. Mas nós precisamos de alguém. De alguma coisa. E olhamos à volta. E temos casos de corrupção a encher a vida pública por todo o lado. Confiamos em quem, então? E continuamos a olhar à volta. E temos extremistas, uns mais loucos que outros, a ganhar terreno por todo o lado. E viramo-nos para que lado, então? Devíamos estar a confiar nalguma coisa. Nos vizinhos lá do bairro, na associação cultural, nas Forças Armadas. E devíamos estar a acreditar nalguma coisa. Em Deus, na família, na pátria. Sem complexos de fascismo, que Deus, a Pátria e a Família não são conceitos fascistas, não servem para ostracizar ou para reprimir. Servem para estabilizar. Para nos dar solidez. Mas já vamos tarde. Estamos em guerra, pá. E a guerra está a fazer-se cá dentro, ao nosso lado, por gente que podemos conhecer e de quem podemos até gostar. O nosso mundo mudou. Para pior. Acreditem que, para quem tem 30 anos e uma vida inteira à frente, isto é dramático.

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Das relações entre o Ocidente e o Islão

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 Samuel Huntington, The Clash of Civilizations:

Some Westerners, including President Bill Clinton, have argued that the West does not have problems with Islam but only with violent Islamist extremists. Fourteen hundred years of history demonstrate otherwise. The relations between Islam and Christianity, both Orthodox and Western, have often been stormy. Each has been the other’s Other. The twentieth-century conflict between liberal democracy and Marxist-Leninism is only a fleeting and superficial historical phenomenon compared to the continuing and deeply conflictual relation between Islam and Christianity. At times, peaceful coexistence has prevailed; more often the relation has been one of intense rivalry and of varying degrees of hot war. Their “historical dynamics,” John Esposito comments, “… often found the two communities in competition, and locked at times in deadly combat, for power, land, and souls.” Across the centuries the fortunes of the two religions have risen and fallen in a sequence of momentous surges, pauses, and countersurges.

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Os investidores agradecem a Lula…e a Sócrates

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Estou mesmo desiludido. Tanta coisa nos idos de Évora e agora nada. Não há quem organize um evento de defesa de Lula na Aula Magna da Universidade de Lisboa? Não existirá modo de financiar um cartaz alusivo à forma descarada como estão a destruir o carácter do homem? O próprio Lula da Silva tem mais espírito empreendedor do que aqueles que marcaram as conferências de José Sócrates. O santo serralheiro já meteu mãos à obra e estará na manifestação pró-Dilma. Que bonito. Só tenho a acresecentar o seguinte. Mal estalou o escândalo de Lula no Brasil, os mercados encararam o evento como algo de positivo. O ETF do Brasil (ticker: EWZ) valorizou de um modo dramático (ontem fechou com ganhos na ordem dos 8%). Por outras palavras, os investidores internacionais observaram o fenómeno como sendo o início de uma “limpeza profunda” da realidade corrupta do Brasil. A partir destes factos poderemos extrapolar qual será o comportamento dos mercados em relação a Portugal quando for deduzida a acusação contra José Sócrates. Em suma, mas sem querer aconselhar caminhos de investimento, Portugal, por analogia, pode vir a beneficiar da clarificação judicial que estará implícita no processo Marquês. Afinal Sócrates ainda pode dar algumas alegrias a pequenos e grandes aforristas. É tudo por hoje. Boa noite.

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