PS quer taxa audiovisual na conta de telefone, e não da electricidade. 

 

A forma como essa cobrança será feita ainda está a ser “estudada”, mas a ideia é fazer passá-la pela tarifa aplicada em telefones fixos e móveis, o que compõe um “leque mais alargado”, uma vez que existem mais telefones do que contadores. A medida não esclarece se um consumidor ou uma família com mais do que um contrato com um operador ficará sujeito ao pagamento da taxa mais do que uma vez.

 

Parece-me pouco redistributivo e as classes infra-operárias ainda não ficarão devidamente ressarcidas do horror a que foram sujeitas durante 41 anos de convívio forçado com os ricos. Sugiro que se coloque a taxa audiovisual em todas as facturas, uma vez que há mais facturas do que telefones.