Comecei a escrever um post sobre a última gelificação de Cavaco, mas à frase “porque o bárbaro do meu vizinho, que nunca transcendeu a fase de ir para a praia com o tacho das couves como se quisesse arremessar o vapor brassicário num acto de desafio aos Deuses, é o totem que norteia este povo na sua demanda pela mediocridade instituída” cansei-me.

 

Morreu o PS, e isso já serve de consolo nesta fase embrionária do despertar pós-torpor da Revolucinha. À direita há as pensões, cada vez mais diminutas, e à esquerda os braços da Mortágua em plena apoteose. Pelo caminho fica a Múmia Madrinha, que vá a féretro o quanto antes, não vá o IGCP estoirar o pouco que ainda resta nos cofres num Natal dos Hospitais evocativo do seu percurso.

 

Ponto final, parágrafo. Apanhem os cacos à saída. Emigrar é viver.