O António Costa sempre ambicionou o poder e se fácil, melhor.
Aprendeu com Sampaio que uma autarquia como Lisboa seria o caminho para o verdadeiro poder.
Pelo caminho viu Seguro ter uma votação de 37% e o seu raciocínio , (que é muito rápido e bom, porque não sendo um intelectual é filho de um e por isso é melhor que todos nós ) diz-lhe que este era o melhor atalho para chegar ao poder. Era mais fácil e mais rápido.
Primeiro problema, os camaradas não gostam muito de traições .
Segundo problema , nem sempre os atalhos nos levam ao destino pretendido.
A oligarquia cá do burgo dava-lhe o poder por garantido , quase não era necessário haver eleições.
Mas … sobressalto dos sobressaltos, PSD e CDS , lançam em conjunto, no dia 25 de Abril, uma candidatura em coligação. Que desrespeito, ainda por cima, num dia que só pertence aos intelectuais e iluminados pelas manhãs de glória do socialismo soviético e chinês.
Cinco meses depois,
Mas.. afinal…não ganhou. Reunião de emergência … vamos redefinir o jogo . Ganha aquele, que juntar mais partidos, em seu redor e não aquele que tiver mais votos.
Nasce um novo principio que pode ser baptizado como o principio de Costa; ” quem ganha não é quem tem mais votos, porque juntando todos os outros partidos (animais, Comunistas, Pol Potianos e toda a espécie de bárbaros) ganha a salada que tiver mais vegetais”
Mas o Sr. Costa e o país ? perguntamos nós, ele pode responder, como o seu candidato a Presidente da Assembleia, ” …estou-me cagando…” faz todo o sentido, afinal o Sr. Costa só quer o poder pelo poder.
Resumindo, se for a eleições com o BE e ou PCP perde.
Se não for , fica a apoiar o governo na oposição e vai perder o poder.
O poder não é tão fácil de conquistar como pensava , há que estudar, conhecer dossiers, e ter uma verdadeira convicção.
Temos pena de si António Costa , mas tenho mais pena de mim e de muitos como eu que a partir dos cinquenta, sem emprego e sem nenhum tipo de subvenção somos mais conscientes do que o Senhor e vemo-lo a destruir a possibilidade de recuperação, da qual o senhor foi o nº2 na responsabilidade (não esqueçer) ou não fosse o braço direito de Socrates que chegou a Lisboa com uma mala de cartão e acabou preso mas rico.
Tásse mesmo a ver que não conhecem o provérbio moçambicano sobre cobras e monhés.
Aleluia!