Até às 10 semanas, a vida do nascituro depende exclusivamente do capricho da mãe. A partir daí, já ambos os progenitores são forçosamente responsáveis pelo dito. E porque achará o Douto Tribunal Constitucional que devem ser 10 semanas e não 2, 20 ou 40, se o consenso científico actualizado (há uma Esquerda que só se actualiza em anos bissextos de décadas alternadas, e uma Direita mais “ecuménica” do que o camarada Mao) valida a existência de actividade cerebral no feto, sustentável e padronizada, a partir da sexta semana da gestação?
E o que vai acontecer às “optantes” que tiverem recorrido a fundos públicos para usufruir deste método contraceptivo, se um dia o consenso for de que a vida humana começa na semana 2, ou na semana 1? Quem ressarcirá os mortos? E os custos, terão sido a fundo perdido? Quem legislou será caçado e atirado para a choldra como sucedeu ao 44 por outros motivos? Quem sufragou será instado a perceber aquilo que causou com o seu voto? Não haverá fim para este provincianismo assassino encapotado de modernidade igualitária?
Inenarrável.
Sempre houve abortos, muitíssimos, e muitas mulheres mortas no processo feito quase em cima de mesas de cozinha.
Fazer de conta que isso não existia é contar parte da história. Tem de se reconhecer o facto e então, talvez, talvez, não acuse os legisladores.
Agora chamar-lhe ‘capricho’…talvez alguns, mas muitos, tantos não são por capricho
Curioso é ninguém nunca comentar que os abortos subsidiados e legais sao a fonte que alimenta com os fetos que vão parar à bacia, a matéria prima das corporações dermoesteticas. Negocio concertado e planificado ha anos e baseado em princípios altamente superfíciais e exploratórios de uma dasfraquezas humanas – a vaidade estética.
É toda uma industria corporativa global que é suportada pelo direito de escolha de mulheres gravidas “involuntariamente”, defendidas por gente com padrões de defesa suigeneris dos direitos humanos e de opções altamente justificadas de direito à falta de maturidade. porque na verdade se resume a nada disto é verdadeiramente ideogico e sério: tudo se resume a alguém no sec XXI se continuar a esquecer de tomar a pílula do dia seguinte ou e evitar visitar o medico de familia.
Filipe de Almeida
Vexa — inconfessável, tinha que ser — deve saber tão bem como a tia Joaquina da mercearia que a repetição de abortos (por vezes cinco) além de ser de borla, dá um mês de “baixa” com salário por inteiro, não havendo taxas moderadoras. E será feito num hospital da nacinha, pago pelos impost(uras)os. E os centros de saúde dão mesmo “pílulas”. E colocam DIU’s e implantes hormonais para evitar gravidezes. Os parvos é que pagam. As meretrizes riem-se.
Ao criticar a palavra “capricho”, Vexa não descortina que está a dar força à criminalidade?
Seja Vexa quem for, além de inconfessável, é pequeno — do latim parvus.
“O Chico fanou, por capricho, uma box duma TV; porra ele já tem duas lá em casa“…
Vexa — inconfessável, tinha que ser — deve saber tão bem como a tia Joaquina da mercearia que a repetição de abortos (por vezes cinco) além de ser de borla, dá um mês de “baixa” com salário por inteiro, não havendo taxas moderadoras. E será feito num hospital da nacinha, pago pelos impost(uras)os. E os centros de saúde dão mesmo “pílulas”. E colocam DIU’s e implantes hormonais para evitar gravidezes. Os parvos é que pagam. As meretrizes riem-se.
Ao criticar a palavra “capricho”, Vexa não descortina que está a dar força à criminalidade?
Seja Vexa quem for, além de inconfessável, é pequeno — do latim parvus.
“O Chico fanou, por capricho, uma box duma TV; porra ele já tem duas lá em casa“…