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Como?, continua a fazer-se, precisamente o contrário!, os nossos Armadores estão a abater ou a vender os seus barcos porque não têm quotas de pesca, ao contrário,dos espanhóis – por exemplo no espadarte -, que não a esgotam! Os nossos governos não acautelaram o setor; julgo que decidiram que não vale o esforço!, biólogos em vez de pescadores; eis a revolução em curso – já há cerca de 500 no setor! Veja-se o caso da sardinha; escasseiam os stocks e não se sabe porquê – o Noruega esteve anos atracado no Ginjal por falta de verba para reparação! – mas condiciona-se a pesca porque é o único factor controlável! O caso é que, em cerca de 30 anos, o esforço de pesca – no cerco -, reduziu cerca de 90 %!, e dizem-nos que é necessário reduzir ainda mais?
Para desenvolver o setor é necessário refrear o fundamentalismo ambientalista, controlar as entradas de pescado externo – muito dele de proveniência duvidosa (leia-se; pescado em zonas protegidas e em regime de escravatura), moralizar os circuitos comerciais distribuindo equitativamente o valor acrescentado por todos os agentes (verifica-se desde há décadas a decuplicação do preço do pescado ao consumidor, face ao da 1ª venda e refrear a fúria regulamentadora e fiscalizadora das múltiplas e prepotentes autoridades nacionais (sem prejuízo, evidentemente do controle dos abusos).
Temos o melhor pescado do mundo, mas não lhe damos valor e desprezamos (salvo seja) os pescadores.
Uma pequena história ilustrativa da nossa inanidade: Num seminário internacional realizado há tempos em Portugal, um amigo (Eng.º Naval em exercício), encontrou-se com um Norueguês. Este, ao verificar o conteúdo do evento exclamou: – Então mas vocês ainda andam a falar nisto?, disseram o mesmo há 10 anos!, nós, na Noruega, já levámos tudo em prática!
Et voilá!
Este homem é um farsante. Ele é falso como Judas, Traiu vergonhosamente os portugueses que nele acreditaram durante décadas e que nele votaram nas sucessivas eleições a que concorreu, sem a mais pequena hesitação nem o mínimo rebuço.
É natural que assim tivesse sido, desde o primeiro minuto em que ele ascendeu aos aos mais elevados cargos políticos e, note-se, com a ajuda expressa nas urnas de milhares de eleitores, que mais não tem feito do que prestar vassalagem e obedecer religiosamente aos ditames do mundialismo, que é quem manda de facto em Portugal e nas restantes democracias.
Esta inominável criatura, assim que assumiu pela primeira vez o cargo de primeiro ministro, foi reunir d’imediato com o Bush-pai e depois várias vezes e mais tarde fez o mesmo com o Bush-filho, em qualquer das vezes com o único objectivo de receber ordens, jurando solenemente vir a cumpri-las. Como de facto fez.
Teve a desfaçatez de criminosamente mandar destruir as pescas e a agricultura e passados todos estes anos, depois de milhares de pescadores e agricultores terem sido reduzidos à miséria e alguns dos quais ao suicídio, tem a desvergonha de vir agora sugerir aos portugueses que voltem ao mar e à terra. É preciso muita lata!
E pensar eu que por completa ingenuidade votei várias vezes neste grande finório e refinado farsante! Que arrependida estou.
Pelas brutas mentiras bolsadas por este perfeito aldrabão, as mesmas que lhe facilitaram uma ascensão meteórica a governante de Portugal, maldito seja e diados o levem.
Maria
Concordo que foi um crime para a nossa economia, como abater vacas, arrancar vinhas… mas a entrada, na então CEE, foi exatamente o vale tudo para receber os milhões disponibilizados pela união europeia, aliás, o que fez os portugueses pensarem que isto era só receber dinheiro e que a fatura nunca iria ser paga. Andavam, quase todos ofuscados com os milhões e, todos mais atarefados em arranjar maneiras de sacar dinheiro do que com preocupações no futuro da nossa economia. Todos olhavam para a “fatia” a fundo perdido mas ninguém se preocupava com a parte que ficava por pagar. Quando eu via aquelas placas com a informação dos projetos, em que especificava quanto dinheiro entrava da UE e quanto seria do Estado (nós Todos) fazia as contas a dividir pelos 10 milhões de portugueses e ia ficando arrepiada mas, se mencionasse esse pormenor… a doidinha era eu… só por não acreditar em almoços grátis 😉
Aqui só discordo do título, se calhar foi de propósito mas… Lenocínio ??? foi, realmente, uma pratica criminosa mas… esta consiste em explorar o carnal alheio, sob qualquer forma ou aspecto, havendo ou não mediação direta ou intuito de lucro… neste caso… teria menos a ver com carne e mais a ver com… peixe LOL
Quanto aos Lucros e para onde iam, ninguém foi para as ruas protestar, andavam todos satisfeitos… uns a ganhar milhões e outros… com os “tremoços e amendoins” grátis… a conta da cerveja está agora a pagamento 😉