Dia interessante em que o FMI declara a dívida Grega impagável, insustentável e sujeita a restruturação como única forma viável de manter o país no rol dos existentes, de uma assentada validando as afirmações do governo liderado por Alexis Tsipras e abrindo caminho para uma parada de horrores capaz de fazer esquecer o périplo demencial do Zimbabwe.
Doravante, os portugueses, espanhóis, italianos e demais Sovietes deixarão de ver-se sob o jugo dos mercados, do capitalismo selvagem, da banca que lhes guarda os patacos e dos emissores de metano com teor de sal acima da média recomendada por S.A.R. Michelle I, a Salutar.
Árvores de Natal em pinho do Oregon barrado a tulicreme? É insustentável. Praias rodoviárias ao longo de autoestradas inteiras? É insustentável. Aviões particulares para os sindicalistas do Metro não perderem tanto tempo nas deslocações entre cada reunião? É insustentável. Reforma aos 50, quando se atinge o grau de Idoso? É insustentável. Vida escolar subsidiada até aos 49, enquanto se é jovem? É insustentável. Logo, tudo isto é não só exequível, como irrecusável.
Vai acabar bem.

Esse artigo é um disparate pegado, primeiro que tudo já ninguém liga ao que diz o governo grego, quanto mais alavancar em mais qualquer coisa que fosse pegar no discurso do já mais que gasto FMI. Depois há mais wishfull thinking na interpretação dessas afirmações, fé, e qualquer coisa de isotérico como eu nunca vi em outras anteriores. O FMI já tinha abandonado as negociações, mas a divida Europeia ainda cá está e é dessa que se trata, o FMI é apenas a ponta do problema.
“wishful”. quando o meu amigo aprender a escrever, responderei.
“esotérico”, ibidem.
Estava com os copos e na tableta!
Tenho uns drink n’ dial estranhos não acha?
Foi uma sorte ter conseguido escrever tão bem.
Uma vez mais, caro Melro dos Santos, trombetas e o ribombar dos trovões anunciam o talho!! O meu caro é a bigorna em malho, como clarim!!
Um grande bem haja,