Felizmente que no Domingo nos vamos ver livres dos comunistas gregos. Quem votou neles que os ature. De uma maneira ou de outra – ou com a vitória do Sim, que será uma derrota do Syriza, ou com a vitória do Não, que levará ao Grexit (toda a gente na Europa já deixou isso bem claro) – a palhaçada que começou em Fevereiro vai acabar, façam eles as queixas que fizerem nos tribunais. Queriam continuar com o “circo”, mas entalaram-se com o referendo.
Vai haver muita turbulência nos mercados, mas os investidores têm de interiorizar que o pior que poderia acontecer seria a perda de autoridade do eurogrupo e das instituições europeias, caso estes se deixassem enfraquecer e minar por um grupelho de anarquistas, estalinistas, trotskistas e sei lá do que mais, que têm uma agenda anti-europeia camuflada, apenas procurando enfraquecer o governo da moeda única sem trazerem nada de construtivo para o projecto europeu. Se o Syriza não presta para governar a Grécia, muito menos serve para a Europa.
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Felizmente que no Domingo nos vamos ver livres dos comunistas gregos. Quem votou neles que os ature. De uma maneira ou de outra – ou com a vitória do Sim, que será uma derrota do Syriza, ou com a vitória do Não, que levará ao Grexit (toda a gente na Europa já deixou isso bem claro) – a palhaçada que começou em Fevereiro vai acabar, façam eles as queixas que fizerem nos tribunais. Queriam continuar com o “circo”, mas entalaram-se com o referendo.
Vai haver muita turbulência nos mercados, mas os investidores têm de interiorizar que o pior que poderia acontecer seria a perda de autoridade do eurogrupo e das instituições europeias, caso estes se deixassem enfraquecer e minar por um grupelho de anarquistas, estalinistas, trotskistas e sei lá do que mais, que têm uma agenda anti-europeia camuflada, apenas procurando enfraquecer o governo da moeda única sem trazerem nada de construtivo para o projecto europeu. Se o Syriza não presta para governar a Grécia, muito menos serve para a Europa.