Bernardo Pires de Lima, Ser ou não ser a Grécia:
O acompanhamento ao minuto que a administração Obama tem feito da crise grega mostra bem a intranquilidade política que o dia seguinte ao grexit levanta. Por outras palavras, Atenas está a fazer tudo para dramatizar os efeitos políticos na Europa, de forma a flexibilizar os termos da negociação financeira. Sem ter percebido, Passos Coelho avalizou ontem esta estratégia quando sublinhou, precisamente, os perigos do “contágio político”. Se não somos a Grécia, parecemos.
Se os americanos estão assim tão ralados com a Grécia, podem começar a imprimir dólares (umas centenas de milhão) e enviá-los em ponte aérea Galaxy, via Açores, para Atenas. Ah!, se quiserem, podem cá deixar alguns contntores.