Os números não mentem. Mais do que as mortes na estrada, ordens de magnitude acima dos óbitos por violência doméstica e violêncio doméstico e sem comparação até com as ocorrências de colapso súbito por causas naturais (tiro de caçadeira, golpe de enxada comunitária, imolação à recepção da carta com o ticket do IMI, factura do azar ou desistência voluntária da vida), é esta conquista sobre os estigmas de antanho que lidera um dos poucos rankings onde Portugal consegue destacar-se. José Sócrates e os governos mais socialistas de sempre, onde se inclui o presente, estão de parabéns e serão condecorados a seu tempo, se não na Terra certamente em qualquer Além que possa haver.

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