Canalizarei por esta ordem Pedro Chagas Freitas, José Luís Peixoto, Herberto Hélder e Manuel Alegre, viva a palavra, longa seja a escultura no colo do útero municipal.
Eras tu naquela puta daquela esquina, quando eu ouvia o baixo ritmado e a ribombada goticidade nao havia ninguem senão tu; a sombra, o adeus, nunca ter dito que não nem que sim, as teclas menos usadas onde o pó e a gordura faziam sentir-se menos do que um selo, meu Deus um selo. Pensar que eras tu e que eu te beijei enquanto aquela música tocava jamais o éter, que se foda, merda, e os outros com isto.
Enquanto eu viver seremos doze. O milharal da Emília deu pouco mais do que morcegos este ano – vê tu bem que o meu pai, ou uma pluma do seu espectro, vieram cá ver como era viver aqui, neste mesmo seixal, limpando a pele das nádegas às mesmas pedras onde a Florbela carpira, sem saber, o dominó negro. Neste conto cabem muitos cemitérios, no seu cômputo daqueles onde as lajes vão morrer quando já não servem a quem as esculpiu,
Holofernes. Judite. Uma melopeia insana pervade o eco eólico consubstanciado pela trinagem esdrúxula onde Bóreas, feito cabrão, insistiu. Não sei por que teimas – é perfeitamente evidente a ausente e demente tangente assim a quente feita rente ao ente absente.
O cravo. A rosa. Pagas? Ai de ti. Não sabes. Se soubesses darias a pele por Argel nesse fel de ser mel. Soares é homem, múmia e gel. Um par de Purdeys.
Magnífica m…. Só faltam os tampões daquela tal Vasconcelos a ilustrar.
Cumpts.