Na caixa de comentários desta notícia.
Boçalidade, incultura, comportamento próprio da estiva, ignorância, vulgaridade, cristalização atávica e pobreza, daquela que não se elimina com boa comida, roupas caras, subsídios, apoios, estipêndios a troco de influência ou de um simples voto.
Miséria confrangedora, da que normalmente produz a única coisa em cuja produção Portugal sempre foi exímio: um povo que nada sabe e que não quer saber, sequer, que nada sabe.
Esteve bem, naturalmente, MMG ao selar a sua participação naquele fait-divers anestésico ao serviço das quatro faces da esquerda nele representadas.
Perigoso o seu comentário. E do melhor que Portugal produz. Pessoas que sao movidas contra o ódio partidário, em vez de se preocuparem em construir algo. O que aprendi pelas suas caras palavras? Que o senhor odeia a esquerda. Algo mais produtivo? a não ser que o senhor concorda que pessoas saiam a meio de directos depois de terem acordado entrarem neles?
Viva,
a sua contribuição revela dissonâncias cognitivas e gramaticais, além de uma aleivosia primária equiparável à norma em vigor entre a população, que consubstancia o teor do meu post.
Recomendo-lhe a leitura do livrinho do Prof. Pio Abreu, “Como tornar-se doente mental”, ou “O Homem sem Qualidades” de Musil. Está lá tudo em ambos.
Bom 10 de Junho.