Hoje, saíu num dos pasquins agitadores da praça esta crónica escrita por um alegado indigente mental oriundo do relicário soviético a quem – solidariamente com toda a cáfila que alegadamente o acompanhou na sua ascensão dentro do ninho onde agora verte fel à saciedade – nunca foram alegadamente pedidas explicações sobre, a exemplo, o caso das escutas ocorrido em 2009.
Como é bom de recordar, nessa altura um email alegadamente obtido a partir da caixa postal de outro jornalista seu concorrente surge, alegada e inexplicavelmente, na posse do DN. À semelhança do que agora sucede com o SMS de Costa enviado a João Vieira Pereira, também as causas, métodos, responsabilidades e consequências morrem solteiras ao término daquela noveleta.
Todas? Não. Passados alguns meses, Pedro Tadeu e outro seu colega são promovidos à direcção do DN, a mesma direcção que alegadamente edita, subscreve e promove textículos propagandistas a soldo de alegadas cliques obscuras, apodando disso mesmo toda e qualquer promoção ideologicamente contrária à sua, mesmo que independente e insuspeita de ser feita por estipêndio de algum clã adversário.
Leia-se o que escarrou, pois, este inqualificável no recanto que lhe é dado explorar dentro do alegado tugúrio alegadamente falido onde se acoita, e após descontadas as recorrentes, anacrónicas e rudimentares falácias em que incorre ao longo da posta, reconheça-se-lhe um único mérito: o de ter-me feito perder doze minutos a dirigir a vossa atenção para a natureza escarninha e aldeã da comunicação social portuguesa.
O autor da missiva, provavelmente PT e não JP, escreveu um texto digno de um verdadeiro fdp. Se o problema tivesse caído em cima da mulher dele (ou será gay???) ele saberia dar o valor. Esta gente não aprende nem esquece nada.
Isso, P e não J. Até me fugiram os dedos. Obrigado pela correcção.