Imaginemos por fugazes momentos que esta notícia poderia ser a diminuta ponta de uma montanha, submersa no barulho de fundo da impante e ufana sociedade ocidental.
Imaginemos que haveria “infiltrados” nas forças militares, paramilitares e militarizadas que zelam pela integridade da nossa civilização, lestos a comunicar ao Estado Islâmico os nomes das mulheres que nelas se alistam, bem como os respectivos perfis por estas mantidos em redes sociais.
Imaginemos que muitas pessoas que conheço, na sua maioria mulheres, até têm recebido pedidos de amizade de gente aparente e onomasticamente muçulmana.
Imaginemos que estou a imaginar coisas com base em contas soltas de um colar que alguém me emprestou para andar no labirinto.
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