Mais um morto às mãos do Estado Social.

 

Só há duas coisas espantosas, isto é, inesperadas nesta notícia.

 

Uma, que ninguém execute sobre os responsáveis uma vendetta súbita, implacável e na justa proporcionalidade; outra, que os números continuem a ser reportados “por baixo”.

 

A perda de população em portugal, de 2009 a esta parte, cúmulo dos factores: emigração (líquida), rácio nascimentos/mortes, falecimento de idosos, aborto subsidiado, acidentes na estrada, e erros fisco-tributários diversos coloca-nos (ide ver os números para não pensardes que estou a ser estúpido) ao nível da somália.

 

Parabéns. Atingimos o zénite sem disparar uma bala. Nem o Pol Pot faria melhor.