Deflação, check.

Dívida explosiva, check.

Petróleo quase a $35, check.

Alheamento em máximos, check.

Desemprego acima dos 20%, check. 

Grécia prestes a Chiprar o BCE, check.

Euro a caminho da sub-paridade com o dólar, check.

Medo rançoso entre as récuas socio-keynesianas, check.

 

O futuro é hoje. O comboio saíu da estação. O tempo passou.

 

Uma palavra de apreço para três entidades: o secretário de Estado com sotaque das Beiras que há momentos garantia, na TSF, não existir destruição de emprego em Portugal e que a economia cresce; os funcionários, ex-funcionários e satélites da PT, como Rui Pedro Soares e o 44, visto há instantes as acções terem batido em €0.673 (-17.02% no dia); e finalmente, a horda amorfa de eleitores, não-eleitores e pós-eleitores sobre quem recai, em última análise, a responsabilidade por este belo fosso séptico de onde agora já não sairemos antes de 2099.