O Bezerro de Ouro

Na terra onde pululam seres como a libertario-masturbadora Isabel Moreira (uma vergonha supranacional), o recluso 44 (uma banalidade americana) e Carlos Abreu Amorim (o espelho da volubilidade eleitoral no mercado do Bolhão) o que mais posso eu, avatar da insignificância fora do baralho, deixar como mensagem de Natal que não isto?

 

Venerai, crede, andai como todos os dias andais e não pareis, sobretudo que não pareis. 

 

O mundo depende de não parardes, para que ao cair, o meteoro da realidade vos leve a todos de uma só vez. 

 

Adoro esta época, o solstício, o frio que deveria estar, o fecho de um ciclo parvo. Se soubesse odiar, odiaria cada eleitor que alguma vez contribuiu para o poderzinho dos grunhos que ainda grassa. 

 

Feliz Natal, putas do status quo. 

 

 

2 Comments

  1. Bic Laranja

    Os patrícios lá davam «panem circenses» à plebe, mas, eram eles que figuravam nas estátuas ou os gladiadores? Você sabe?
    Feliz Natal!

  2. num gosto de ladroes burros

    «Na terra onde pululam seres como a libertario-masturbadora Isabel Moreira (uma vergonha supranacional)». Presumo que bomecêi já biue a cara da citada. Até o cineasta maiize belhu do mundo foge com «as pernas pra que te quero».

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