Os meus desejos para o ano de 2015:

 

– o derrube de Barack Obama, se possível mas não necessariamente por meios pacíficos

 

– o fim do Euro, ou não sendo possível, a saída de Portugal dessa zona constritora

 

– que Mário Soares, Almeida Santos, José Lello, Cavaco Silva, Freitas do Amaral, Paulo Portas e mais uns cem não morram, de causas naturais ou sobrevindas, sem que lhes seja feita justiça

 

– Estações do Ano repostas ao seu normal: chinelos em Agosto, e casacos em Dezembro; o fim das moscas perenes

 

– expansão da Rússia até ao caneiro de Varsóvia

 

– ver José Sócrates engasgado num brinde daqueles que a sua ASAE baniu, e ser ainda por cima coimado, taxado e re-preso por infracção tributária na forma tentada

 

– falência dos media portugueses, todos e sem excepção, pois que só servem para veicular a ignorância

 

– uma garrafa de Port Ellen, datada de 1984, última da sua estirpe. 

 

Não ouvirão falar mais de mim até uma ou várias destas querenças terem tido lugar.