De há uns anos a esta parte, acompanhei as façanhas do deputado Paulo Campos, tendo escrito acerca do valor superficial- não lhe conhecendo ou descortinando outro – da criatura. Fi-lo neste post, a ele aludi neste, e no Facebook cheguei a prometer aos meus amigos que dançaria seminu, com duas tochas nas mãos, ululando e descrevendo evoluções histriónicas sobre o relvado do meu jardim, caso chegasse o dia em que Paulo Campos, o mesmo deputado Paulo Campos que encarna tudo quanto há de errado em Portugal, viesse a ser sorvido pelo torvelinho desinfectante iniciado com a detenção de Sócrates.

Convém não esquecer que este Paulo Campos, para além de nos ter enterrado a todos nos ruinosos negócios das PPP, é o tiranete (à imagem do seu émulo socrático) que queria impor nos automóveis de cada um e todos os portugueses um aparelho de localização e rastreio de movimentos.
O gajo que está à direita do 44 ainda me irrita mais que o do meio.