Sócrates continua a aparecer rindo, como se nada houvesse fora do hipercubo sociopolítico onde a sua mente se movimenta.

 

Das duas uma: tratar-se-á de um psicopata em último grau, com um encéfalo inumano; ou de um quadro superior de alguma ordem ou seita perdida na noite da História, condicionado para ser invencível neste teatro.

 

Quando quebrar, vai ser de vez, e arrastará o regime.