Tenho a soberba e o orgulho, pecados capitais que abraço com luxúria enquanto não chega a hora da gula, de apresentar-vos a nova série produzida por esta nobre casa que é o ES.
Diariamente, mais ou menos a qualquer hora, aqui deixarei uma notícia, portanto um facto actual e pertinente, que espero suscitar em todos Vós reacções de nojo, raiva, abjecção, e porque não algum ódio.
No episódio piloto trago-vos um conto cuja acção decorre no Soviete de Sudoeste, antiga República Portuguesa, antigo Reino de Portugal, primordialmente desterro onde nem Roma espetou os seus pila (pilum, pila, pilorum, pilis) e que estou certo írá fazer as vossas delícias matinais no caminho que partilhamos para a servidão. Vamos ver então.
Adenda: um espectador atento trouxe à minha atenção o pormenor de que o argumento deste episódio remonta a Junho, estando por isso talvez um pouco datado. Eu creio que não, por tratar-se, na mesma, do ano fiscal de 2014 e assim reportando ao IMI, IRS, IUC e outras taxinhas pagas durante esse período e que revertem a favor da nossa heroína, pun intended.
http://observador.pt/2014/11/10/taxa-de-c osta-aplica-se-todos-os-que-nao-morarem-e m-lisboa/
Também é muito boa! Esse senhor é um grande argumentista e devia ser elevado ao estatuto de Maracujá, perdão, Marajá (fugiram-me as teclas para a escatologia) de toda a Província Submissa.
E a outra gaja a conduzir o comboio.