Profissão do futuro: carpinteiro

Não fechem as fronteiras, não.

5 Comments

  1. Um Jeito Manso

    Que tétrico. 

    Talvez seja preferível atacar o bicho na origem, lá onde ele anda à solta, não?

    http://umjeitomanso.blogspot.pt/2014/10/como-travar-o-ebola-agora-que-apareceu.html

    • Fernando Melro dos Santos

      Como, com dinheiro? Essa é a solução à Costa, não me parece que não tenha sido tentado. Boa sorte com isso.

    • Fernando Melro dos Santos

      Não consigo aprovar o seu comentário pendente, mas aqui fica a resposta.

      O que é preciso é mover para os países mais afectados os meios humanos, militares e medicos para que qualquer infectado seja tratado lá para onde quis ir (e recordo que eu proprio quis, recentemente, ir) e evitar, assim, o risco excessivo de uma importação. Isto implica, sobretudo, o abandono da complacencia local e a adopção imediata de procedimentos de emergencia, nao excluindo fecho de fronteiras, lei marcial e recrutamento acelerado de novos profissionais de saúde,bombeiros, etc..

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