Sugere então o quê? Que se deixe que a coisa se propague? Que não se gaste um chavo a tentar evitar o agravamento da situação? Que se canalize o dinheiro que há para pagar a carpinteiros, coveiros e madeireiros?
É uma opção.
(Ainda bem que a Costa e a tantos outros não lhe passa ideias dessas pela cabeça)
Não consigo aprovar o seu comentário pendente, mas aqui fica a resposta.
O que é preciso é mover para os países mais afectados os meios humanos, militares e medicos para que qualquer infectado seja tratado lá para onde quis ir (e recordo que eu proprio quis, recentemente, ir) e evitar, assim, o risco excessivo de uma importação. Isto implica, sobretudo, o abandono da complacencia local e a adopção imediata de procedimentos de emergencia, nao excluindo fecho de fronteiras, lei marcial e recrutamento acelerado de novos profissionais de saúde,bombeiros, etc..
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Que tétrico.
http://umjeitomanso.blogspot.pt/2014/10/c omo-travar-o-ebola-agora-que-apareceu.ht ml
Como, com dinheiro? Essa é a solução à Costa, não me parece que não tenha sido tentado. Boa sorte com isso.
Sugere então o quê? Que se deixe que a coisa se propague? Que não se gaste um chavo a tentar evitar o agravamento da situação? Que se canalize o dinheiro que há para pagar a carpinteiros, coveiros e madeireiros?
É uma opção.
(Ainda bem que a Costa e a tantos outros não lhe passa ideias dessas pela cabeça)
http://t.co/SRCfqvMnf8
Não consigo aprovar o seu comentário pendente, mas aqui fica a resposta.
O que é preciso é mover para os países mais afectados os meios humanos, militares e medicos para que qualquer infectado seja tratado lá para onde quis ir (e recordo que eu proprio quis, recentemente, ir) e evitar, assim, o risco excessivo de uma importação. Isto implica, sobretudo, o abandono da complacencia local e a adopção imediata de procedimentos de emergencia, nao excluindo fecho de fronteiras, lei marcial e recrutamento acelerado de novos profissionais de saúde,bombeiros, etc..