Rui Ramos, Nenhuma guerra acabará com a guerra:
Nenhuma campanha militar acabará alguma vez com as disputas de influência dos grandes Estados, nem com os choques das comunidades em que a humanidade gosta de se dividir. Depois de Putin, outro líder russo procurará rever as fronteiras desenhadas no momento do colapso soviético. Depois do ISIS, outra seita tentará realizar violentamente outras profecias. Nenhuma guerra será a última. Para um Ocidente envelhecido, endividado e humanitário, pode não ser a perspectiva mais conveniente. Mas é assim.
Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.