Aqui está…

…mais um precioso contributo para as indignações de Pacheco Pereira, Lobo Xavier, Zé Carlos Vasconcelos, João Soares e outros bem instalados moraleireiros da nossa praça. Vá, aproveitem esta vergonhosa indecência e enviem um mail de protesto ao Departamento de Estado. No mínimo dos mínimos, façam uma moratória a possíveis férias em NYC. 

4 Comments

  1. C.

    É triste fazer tristes figuras.

    O que conta é um caso triste e grave e se houver protestos a eles me juntarei, por ser esse o dever de qualquer pessoa perante o sofrimento injusto, concorde ou não com a pena de morte.

    Mas, nem os Estados Unidos são países desrespeitadores dos direitos humanos – mais do que a distância  que em qualquer lugar e tempo vai do ideal à prática, nem cada um de nós, enquanto portugueses, temos responsabilidades ou podemos influenciar seja o que for. 

    Já quanto à CP”LP” – de que a nossa história é condição de existência – a coisa é diferente. Portugal e cada um dos portugueses tem uma responsabilidade que não pode alijar e muito menos em nome de negociatas ou de crendices de associações discretas  – a que pertence gente poderosa como o ex-Dr. Relvas (um homem poderoso, próximo do primeiro-ministro) e outra da mesma igualha, que manda neste governo e maioria e  que  parece apostada em dar o seu melhor para tornar Portugal um criado às ordens de brasileiros e angolanos. 

    • Nuno Castelo-Branco

      Caro C. o problema está mesmo na génese da CPLP. Parece-me disparatado andarem agora tão encanitados com o Sr. OilObiang, quando no momento da fundação da comunidade não terão reparado no tipod e regimes que conformavam pelo menos 3 dos países da novel organização. 

      • C

        Vi e senti o meu país a ser humilhado, como nunca tinha visto nem tinha sentido. 
        Tive e tenho vergonha da afronta. 
        Como dizia a Clara Ferreira Alves – uma pessoa que não suporto – ao menos Salazar era patriota. E era. Esta gente não é e a subserviência aos interesses do Brasil e Angola é intolerável. 

        • Nuno Castelo-Branco

          Sinto o mesmo há décadas, caro C. 

          Nunca tinha visto ou sentido? Mais afronta, menos afronta, esta até me parece coisa pouca quando comparada com as 3 troikas, com as recepções a dignitários efusivamente recebidos em Lisboa, aqueles que precisamente chegavam dos novos países de expressão portuguesa. A propósito, ninguém se aborreceu nada pela negociata de Cabora Bassa, onde, segundo a imprensa moçambicana declarou preto no branco, houve quem tenha recebido um “saguate” de 50 milhões que logicamente deveriam ter entrado no erário público português. Claro que ficámos sem saber se por cá houve contrapartida na mesma proporção. 

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