O que eu gostava mesmo de ver, com estes olhinhos que a terra um dia poderá vir a comer, eu digo-vos o que era.
Agora que o fisco acaba de anunciar uma peculiar forma de celebrar a despedida do actual Executor-Mor, noticiada sobejamente pelos media ao longo do dia de hoje e na forma de uma rusga nacional a todos, e repete-se bem, a todos os estabelecimentos comerciais onde trabalham pessoas (que são sempre o mais importante), o que eu gostava mesmo de ver era a manada de paladinos-de-facebook, heróis de sofá, resistentes de pacotilha, vigésimo-primeiro-artiguistas sem mais tomates que o meu gato e demais sortido de garganeiros, organizada ou caoticamente, receber os jagunços da máquina fiscal com o requinte que eles merecem.
Das papelarias às oficinas, dos cafés aos quiosques, um pouco por toda a parte.
Isto é que seria uma bela forma de viver o Verão.
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