Durante 40 anos, a escolha foi clara.
Entre progressismos para inglês ver, barra, feitos histórico-estatísticos, e investimento sério, estrutural e duradouro, o eleitorado foi cantando e rindo contente com as migalhas.
Agora? Pobreza da que já não se cura com subsídios. Colorido ou não, documental ou romanceado, um bom texto de Paulo Moura no Público.
A pobreza em Portugal já chegou a um ponto tal que eu já nem sei onde isto vai parar…
“Ai aguentam, aguentam.”
Se aguentam.