António José Seguro é um tonto, o que é pouco mais do que ser uma nulidade. Hoje resolveu brindar-nos com um rico e triste espectáculo.

 

Esteve hoje em discussão no Parlamento uma moção de censura ao Governo, eleito pelos portugueses, que teve votos contra e a favor de vários deputados que, imagine António Seguro são também eleitos pelos portugueses. Não votei em António José Seguro, nem no seu partido, mas uma vez eleitos, todos os deputados são deputados na Nação, representando todos os portugueses, o que leva a que, infelizmente, António José Seguro me represente a mim também.

 

O mínimo que lhe exijo é que cumpra a sua função, função essa para a qual foi eleito e que é paga graças aos impostos de milhões de portugueses que imagine-se, na sua esmagadora maioria, não votaram nele.

 

António José Seguro deveria era estar lá sentado a representar-me e não a “passear-se” (palavras da correspondente da SIC no Parlamento), como fez toda a manhã. Não o fez e passou pela vergonha de ter um lead de uma notícia a dizer que “só chegou duas horas atrasado”. Isto era o mínimo.

 

O máximo é que se deixe de tiques de vedetismo e numa atitude de mais elementar falta de noção, não convoque os jornalistas para prestar declarações, sobretudo sem ter nada para dizer, no exacto momento em que no hemiciclo discursa o Primeiro-Ministro que também me representa, apesar de não ter tido o meu voto.