A Europa em mudança, a retoma económica, a memória de Vasco da Gama e o suposto egresso da troika (brevemente desmentido a golpes de realidade regional e bairrã) trazem mesmo a luz à Nação.
Ainda nem o cimento do estático aeródromo do Nordeste assentou, mal grada a prova de utilidade púbica (pun intended) dada pela renda mensal de sete mil euros (ou vinte e uma notas de liquidação de IMI a valores medianos) e já apareceu, como denoto no post anterior, mais uma excrescência grémio-corporativo-observatorial a pedir adubo com juros de mora.
Assim não sei se o meu coração aguenta até sabermos se há congresso, campeonato, um novo partido campeão dos sagazes, ou a terceira guerra mundial.
Nunca mais é Abril. Mas é isto que cria emprego, brevemente os concursos públicos estarão cheios de solicitações por designers cromátic@s, contentores de conteúdos, e pilotos de aviação social.
Estamos muito melhor que há cem anos quando o meu bisavô não comia borrego da Nova Zelândia e andava com os mesmos sapatos durante anos.
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