Se por alguma bizarria do destino uma factura (que nunca peço) com o meu NIF (que nunca dou) fosse contemplada com um Audi nessa apoteose da chibaria que agora compra as gónadas da plebe, nesse mesmo dia levaria o veículo para o centro geométrico do tabuleiro da ponte 25 de Abril, onde, em consonância com a toponímia, o incendiaria até ao último parafuso, coberto pela mesma bandeira da vergonha que o inútil de Boliqueime em tempos içou às avessas.