Populares auscultados pelos media terão dito, a respeito do hediondo estupro (consentido, é certo) à dignidade humana e tido por “praxe” no Meco, que aquilo constituiria uma experiência de vida vedada ao escrutínio alheio (lit. “não se meta”).
Num país com tradição de auto-preservação individual, tal como reduzida à letra na Segunda Emenda à Constituição dos Estados Unidos da América do Norte, aquelas pessoas que pereceram estariam ainda vivas, embora outras pudessem estar mortas.
Seria Darwinianamente aceitável, e ainda por cima justo; argumentos que muito gostaria de ver rebatidos pelos situacionistas de serviço.
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