Um destes senhores faz-me lembrar aqueles corruptos que dizem lutar contra a corrupção. Isto porque, às tantas, nesta carta, adverte-se para “o perigo de regresso a um modelo clientelar e não meritocrático de avaliação pelo pares.” Ora, a FCT é e sempre foi um modelo clientelar, logo, de avaliação não meritocrática, como António Costa Pinto bem sabe. É muito chato quando se acaba o dinheiro, não é?

 

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