Podem chamar-me neo-colonialista à vontade

“O ministro de Estado e da Presidência do governo de Bissau, referiu ao semanário Expresso que “qualquer guineense sente a TAP como uma companhia de bandeira guineense”, devido à dívida que aquela empresa para com o país, na ordem dos seis milhões de dólares [cerca de 4,3 milhões de euros], de acordo com Fernando Vaz.”

 

Pela mesma lógica, dado que, em 2011, Portugal perdoou à Guiné-Bissau uma dívida no valor de 77 milhões de euros, creio ser justo reclamar o fim da independência da Guiné e a sua integração na República Portuguesa.

1 Comment

  1. Nuno Castelo-Branco

    Todos os guineenses com quem falo  – e são bastantes – têm mesmo essa opinião: acham que a independência consistiu num tremendo e criminoso erro. 

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