Pedro Passos Coelho teve o supremo descaramento de evocar hoje o 1º de Dezembro, isto apenas 50 metros do local onde (com)patriotas comemoravam a data. Não estivessemos nós a falar do autor moral da “façanha” anti-patriótica de eliminação do feriado e até poderíamos pensar que Passos estava contra essa eliminação. Mas a verdade é que é mesmo preciso não ter vergonha na cara para aludir, num dia como o de hoje, ao facto de ser essencial não «comprometer negativamente o futuro das novas gerações», quando Passos é o primeiro a fazer esquecer os valores Pátrios! O que se esperaria, na verdade, do administrador-delegado da Troika em Portugal?